
Responsável pelo recrutamento é o paraguaio Francisco Ojeda Gomez, o Nico, que está foragido. Ele prometia emprego de pedreiro em São Paulo, com salário de R$ 5 mil, mas trabalhadores tinham os olhos vendados, celulares tomados, e eram levados para o Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o criminoso mudou o mercado clandestino do cigarro no Rio porque, em vez de seguir contrabandistas que traziam o produto do Paraguai, a quadrilha de Adilsinho passou a produzir a mercadoria em larga escala, em diferentes fábricas, em todo o país.
MARTINS, Marco Antônio. Desde 2022, 70 paraguaios foram libertados de trabalho análogo à escravidão em 4 fábricas de cigarro clandestinas do bicheiro Adilsinho. G1, Rio de Janeiro, 18 maio 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/05/18/paraguaios-lib.... Acesso em: 30 jul. 2025.
