Portal ENSP - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca Portal FIOCRUZ - Fundação Oswaldo Cruz
Início / Library / Press

Press

24/01/2019

Vídeo disponibilizado pela Global Center for Good Governance in Tobacco Control, no qual consta a fala da representante da World Heart Federation (WHF) na Organização Mundial da Saúde (OMS), em nome das organizações de saúde pública para abordar especificamente os argumentos usados ​​pela FSFW, instituição patrocinada pela Philip Morris International que promove interferências da indústria do tabaco frente a OMS.

Referência

WORLD HEALTH ORGANIZATION. [World Heart Federationsobre a importância de discutir os argumentos da FSFW]. Genebra, 24 jan. 2019. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&v=wTTx_uYqjqE Acesso em: 6 fev. 2019.

 

25/06/2018

Investigação do The Guardian que revela evidências de três continentes mostram como crianças com 14 anos ou menos são mantidas fora da escola e empregadas em trabalho físico duro e às vezes prejudicial para produzir a folha de tabaco que enche cigarros vendidos internacionalmente, inclusive no Reino Unido, EUA e Europa. O Departamento do Trabalho dos EUA lista 16 países onde as crianças são suspeitas de trabalhar no tabaco. Organizações de direitos humanos, incluindo a Human Rights Watch , documentaram o trabalho infantil nos campos de tabaco em Bangladesh, no Cazaquistão, na Indonésia, no Brasil e, mais recentemente, no Zimbábue.

Referência

BOSELEY, Sarah. Child labour rampant in tobacco industry. The Guardian, Malawi (África) , 25 jun. 2018. Disponivel em: https://www.theguardian.com/world/2018/jun/25/revealed-child-labor-rampant-in-tobacco-industry Acesso em: 25 jan. 2018.

 

12/06/2018

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), cerca de 108 milhões de crianças, ou 70% das crianças envolvidas em trabalho infantil, estão concentradas principalmente na agricultura. Destes, acredita-se que muitos milhões estejam envolvidos no cultivo de tabaco. A OIT afirma que nas comunidades carentes empobrecidas, o trabalho infantil é desenfreado e que esse problema aumentou em alguns países onde a produção de tabaco aumentou. A Japan Tobacco International (JTI) e um grupo de frente da indústria, a Fundação ECLT concedeu doações de US $ 15,4 milhões à OIT, ostensivamente para tratar do trabalho infantil em seis países produtores de tabaco. Esses programas fazem parte dos programas de responsabilidade social corporativa e fazem pouco para resolver os problemas profundamente enraizados que os agricultores enfrentam, que estão ligados à própria indústria. A OIT continua sendo a única agência da ONU que ainda colabora com a indústria do tabaco. Apesar da crescente pressão para cortar os laços com a indústria do tabaco, o Conselho Diretor da OIT adiou a decisão de fazer isso três vezes, empurrando-a de volta para novembro deste ano.

Referência

HEFLER, Marita. Ending child labour in tobacco production by 2025: the tobacco industry is the problem, not part of the solution.Blog Tobacco Control, [s.l], 12 jun. 2018. Disponível em: https://blogs.bmj.com/tc/2018/06/12/ending-child-labour-in-tobacco-production-by-2025-the-tobacco-industry-is-the-problem-not-part-of-the-solution/ Acesso em: 1 jul. 2018.

 

07/06/2018

Carta da FCTC para OIT pedindo o fim da parceria com a Japan Tobacco. A carta tem o apoio de 154 organizações espalhadas pelo mundo.

Referência

FCTC. [Carta das organizações sobre a solicitação de término de parceria da Organização Internacional do trabalho com a Japan Tobacco]. FCTC, [s. l.], 7 jun. 2018. Disponível em: https://www.fctc.org/wp-content/uploads/2018/06/ILO-Tobacco-Industry-Letter-June-2018.pdf Acesso em: 1 jul. 2018.

 

12/12/2012

Documento síntese sobre as principais estratégias utilizadas pela indústria do tabaco para interferir nas políticas de saúde pública antitabagistas.

Referência

WORLD HEALTH ORGANIZATION. World no tobacco day 2012: tobacco industry interference. [s.l.], 2012. Disponível em: http://www.who.int/tobacco/wntd/2012/industry_interference.pdf Acesso em: 26 jan. 2017.

 

Em 2011, o sociólogo Gary Fooks e a pesquisadora de controle do tabagismo Silvy Peeters fizeram uma observação que dobrou como uma previsão agourenta: “… a responsabilidade social corporativa da indústria do tabaco prospera em regiões do mundo afetadas por desastres.”

Referência
Fonte: https://exposetobacco.org/news/ban-ti-csr/?utm_source=Stopping+Tobacco+Organizations+and+Products+%28STOP%29&utm_campaign=891101c19c-Stop_Newsletter_8.25.20&utm_medium=email&utm_term=0_a7474fe40f-891101c19c-379140421#utm_source=mailchimp&utm_medium=email&

 

Notícia que informa sobre a criação de um cigarro eletrônico "seguro". Além da divulgação do novo produto pela British American Tobacco, cientistas alegam que este cigarro é 95% mais seguro.

Referência

REILLY, Nichollas.Scientists develop ‘safe’ e-cigarette with freshtobacco. Metro, Inglaterra, 7 mar. 2016.Disponível em: http://metro.co.uk/2016/03/07/scientists-develop-safe-e-cigarette-with-fresh-tobacco-5738961/ Acesso em: 30 mar. 2016.

 

A extensão de estratégias usadas pela indústria do tabaco, naquele tempo e agora, de influenciar os processos políticos e legislativos, inclui conspirar com lobistas para promover decisões de interesse próprio acima das que servem ao bem comum. Evidências existentes sugerem, por exemplo, que em diversos países a indústria do tabaco tentou subestimar a posição do país na negociação da Convenção Quadro do Controle do Tabagismo (OMS) e continua tentando impedir a implementação do tratado.

Referência

MAMUDU, Hadii; HAMMOND, Ross; GLANTZ, Stanton. International trade versus public health during the FCTC negotiations, 1999-2003. Tobacco Control, Estados Unidos, 2011. Disponível em: http://tobaccocontrol.bmj.com/content/20/1/e3.full Acesso em 14 jan. 2015.

 

Em outubro de 2011, a diretora geral da OMS, Margaret Chan, acusou a indústriafumageira de usar processos judiciais para tentar subverter leis nacionais econvenções internacionais, visando conter a venda de cigarros. "É horrívelpensar que uma indústria conhecida por seus truques sujos tenha permissãopara desvirtuar algo que é claramente feito no melhor interesse do público".Chan disse, citando ações judiciais movidas pela indústria contra medidasantifumo na Austrália e Uruguai, que estas eram táticas intimidatórias", visandodemover outros países de seguirem seu exemplo. Ela prossegue: "A indústriafumageira pode contratar os melhores advogados e firmas de Relações Públicasque o dinheiro pode comprar. O dinheiro pode falar mais alto do que oargumento moral, ético ou de saúde pública e pode esmagar a mais gritanteevidência científica".

Referência

MACARAIG, Mynardo. WHO chief accuses 'big tobacco' of dirty tricks.MedicalXpress, 10 out. 2011. Disponível em: http://medicalxpress.com/news/2011-10-chief-accuses-big-tobacco-dirty.html.Acesso em: 25 fev. 2015.

 

Os tais "programas educativos", no entanto, não estão apenas encontrando uma forma de entrar em escolas. Eles devem ser entendidos como parte de esforços elaborados de responsabilidade social corporativa, visando criar uma boa disposição do público e das autoridades acerca das suas atividades. Essencialmente, como revelou um documento da Philip Morris datado de 1993, ir a público com uma campanha para desestimular o hábito de fumar entre os jovens serve para posicionar a indústria como "cidadã corporativa atuante", em um esforço para evitar posteriores ataques pelo movimento antitabagista.

Referência

LEIBER, Cathy. Youth campaign for Latin America. Philip Morris International, Estados Unidos, 23 set. 1993. Disponível em: https://industrydocuments.library.ucsf.edu/tobacco/docs/#id=ngbd0110 Acesso em: 25 nov. 2014.

 

Pages