Comissões da Alepe analisam proibição de cigarro eletrônico em espaços coletivos.O uso de cigarros eletrônicos em espaços coletivos, tanto públicos como privados, poderá ser proibido por lei. É o que pretende uma proposição do deputado Romero Sales Filho (PTB) que será votada, nesta quarta (19), pelas Comissões de Saúde e de Administração Pública da Alepe. Entre os espaços coletivos citados em norma estadual referente ao assunto ( Lei nº 12.578/2004), estão agências bancárias, elevadores, estações de metrô, auditórios, museus, teatros, centros de compra, aeronaves, restaurantes, boates, hospitais, salas de aula e creches. Nesses locais, segundo o Projeto de Lei nº 533/2019, as pessoas só poderão utilizar o cigarro eletrônico e demais produtos fumígenos, como cigarros, charutos e cachimbos, em áreas destinadas exclusivamente para esse fim.
Before coronavirus, pulmonologists, pediatricians and parents were busy battling a different nationwide health crisis: the “epidemic” of teen vaping. Last year, over five million high school and middle school students reported using e-cigarettes, inhaling mysterious nicotine-filled juices with little sense of the long-term effects./
Segundo estudo realizado pela Univeridade de Stanford, adolescentes que usam - vapers - tem até 7 vezes mais probabilidade de obter COVID-19 do que usuários que não usam esse tipo de produto, “Sendo um jovem de 21 anos, eu não deveria passar seis dias no hospital por complicações pulmonares”, disse um jovem usuário de vaper que sobreviveu ao coronavírus.
Em entrevista à Folha do Mate, o diretor de Assuntos Externos da Philip Morris Brasil (PMB), Fernando Vieira, disse que passar pelo crivo da FDA, uma das agências reguladoras mais importantes do mundo, é uma referência a ser considerada pelos brasileiros. “O Iqos é o primeiro e único produto eletrônico de nicotina a receber o reconhecimento da FDA de risco modificado”, observou.

Apesar da falta de evidências científicas, dispositivos de tabaco aquecido são vendidos como menos prejudiciais. Para convencer a população, profissionais de saúde são alvo de intensa campanha.
SONSIN, Juliana; BIERNATH, André. Indústria do cigarro mira médicos para legitimar novo produto; Apesar da falta de evidências científicas, dispositivos de tabaco aquecido são vendidos como menos prejudiciais. Para convencer a população, profissionais de saúde são alvo de intensa campanha. O joio e o trigo, [s.l.], 31 jul. 2020. Disponível em: https://ojoioeotrigo.com.br/2020/07/industria-do-cigarro-mira-medicos-pa.... Acesso em: 2 ago. 2021.
Organizações da sociedade civil de seis países da América Latina (Argentina, Brasil, Colômbia, Equador, México e Uruguai), comprometidas com a luta contra a pandemia do tabagismo, monitoraram ações de marketing e divulgação da indústria do tabaco, fabricantes de cigarros eletrônicos e lojas de vape durante o confinamento pela quarentena do COVID-19.
A Philip Morris International (PMI) acaba de publicar o seu primeiro Relatório Integrado, uma visão abrangente dos progressos da empresa em Meio Ambiente, Social e Governança (ESG, na sigla em inglês) e de sua transformação de negócio. As metas incluem possibilitar que mais de 40 milhões de adultos fumantes que continuariam a fumar façam a transição para os seus produtos de risco reduzido até 2025.
A sociedade toráxica da Australia e Nova Zelândia declararam que existem dados insuficientes para escrever diretrizes clínicas formais sobre os danos causados pelos cigarros eletronicos. Em 2018, a Sociedade abordou a questão dos benefícios potenciais e impactos à saúde dos cigarros eletrônicos. Foram incluidos grupos onde se avaliou os impactos na saúde, cessação do tabagismo, questões da juventude e populações prioritárias. Foram encontarados um pequeno número de artigos robustos e importantes publicados até março de 2019 também foi identificado e incluído. Os grupos identificaram estudos que estendem, modificam ou contradizem relatórios americanos que mostravam os impactos dos e-cig (CE). Um total de 3.793 documentos foram identificados e revisados, com resumos e rascunhos de declarações de posição desenvolvidos e apresentados aos membros da Sociedade em abril de 2019., declaram que CE tem efeitos pulmonares adversos e os efeitos prejudiciais do uso de longo prazo são desconhecidos. CE são produtos de consumo inadequados para uso recreativo, substituição parcial para fumar ou uso exclusivo de longo prazo por ex-fumantes. Os fumantes que precisam de apoio para parar de fumar devem ser direcionados para a medicação aprovada em conjunto com o suporte comportamental como tendo as evidências mais fortes de eficácia e segurança. Nenhum produto CE específico pode ser recomendado como eficaz e seguro para parar de fumar. As alegações de cessação do tabagismo em relação à CE devem ser avaliadas por reguladores estabelecidos.
Decisão nos EUA pode influenciar debate sobre cigarros eletrônicos no Brasil Agência norte-americana de saúde reconheceu produto de tabaco aquecido como menos prejudicial do que o cigarro
Adolescentes deixam vaping após campanha eficiente na Finlândia
An analysis of social media and influencer posts found evidence of tobacco companies using #StayAtHome hashtags, creative and giveaways – including branded masks – to market e-cigarettes, vapes and heated tobacco products.
Uma análise de "posts" nas mídias sociais e influenciadores encontrou-se evidências que empresas de tabaco usam hashtags criativas como #StayAtHome# e fazem doações como máscaras com a marca de cigarros eletrônicos, vapes e produtos de tabaco aquecido.
HICKMAN, Arvind. "Big Tobacco" using Covid-19 messaging and influencers to market products. PRWeek, Reino Unido, 15 maio 2020. Disponível em: https://www.prweek.com/article/1683314/big-tobacco-using-covid-19-messaging-influencers-market-products Acesso em: 17 jul. 2020.