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jovens

05/06/2022

Cigarros eletrônicos viram moda e provocam epidemia de nicotina entre os jovens

 

Anvisa está coletando dados para reanalisar a proibição de vaporizadores, vapes e pods. Jovens, menores de idade inclusive, são os maiores consumidores dos dispositivos eletrônicos.

Fonte: https://globoplay.globo.com/v/10640797/

 

04/05/2022

Vinte por cento dos jovens brasileiros usam cigarro eletrônico, mostra pesquisa

O produto é proibido no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia, traz riscos maiores à saúde que o cigarro tradicional

Fonte: https://globoplay.globo.com/v/10545612/

 

16/01/2022

A plataforma de streaming Netflix foi a principal fonte de conteúdos para jovens que incluem cenas com consumo de tabaco, apesar de ter prometido acabar com estas retratações em 2019.

Com o mundo em confinamento, o streaming viveu um grande boom em 2020, mas os conteúdos das plataformas continuaram a retratar um mau hábito com frequência: fumar, mesmo depois de estudos já terem concluído que mostrar personagens a participar no vício aumenta a probabilidade dos jovens decidirem experimentar.

Fonte: https://zap.aeiou.pt/series-jovens-2020-tabaco-netflix-456781

 

12/07/2021

Acusada de tornar uma geração de adolescentes dependentes de nicotina e, com isso, causar uma epidemia no consumo de cigarros eletrônicos entre este público nos Estados Unidos, a fabricante Juul assinou um acordo de 40 milhões de dólares (cerca de 209 milhões de reais na cotação de hoje) para encerrar uma ação judicial proposta pelo Procurador-geral do Estado da Carolina do Norte. 

O valor deve ser pago ao longo dos próximos seis anos e será destinado a programas de prevenção e apoio à cessação do uso de cigarros eletrônicos, além de pesquisas sobre os efeitos destes dispositivos. Pelo termo, a empresa ainda se compromete a alterar algumas de suas práticas de negócio para evitar atrair jovens ao consumo, como restrições de marketing, de acesso e de uso de sabores.

A ação foi proposta em 2019 com a alegação de que a companhia projetou, promoveu e vendeu cigarros eletrônicos para atrair jovens, levando a percepções errôneas sobre a potência e o perigo da nicotina em seus produtos. Documentos internos da empresa usados na ação ficarão públicos a partir de julho de 2022, o que vai aumentar a transparência sobre as estratégias de marketing da fabricante.

Fonte: https://actbr.org.br/post/fabricante-de-cigarro-eletronico-tera-que-pagar-u40-milhoes-por-causar-pandemia-nos-eua/18957/