
A investigação de uma empresa de cigarros suspeita de sonegar mais de R$ 150 milhões em impostos em São Paulo apontou que ela também teria envolvimento com um esquema criminoso com milicianos no Rio de Janeiro.
FERREIRA, Alessandra. Empresa de cigarros suspeita de sonegar mais de R$ 150 milhões em São Paulo teria envolvimento com milícia no Rio. CBN, São Paulo, 9 jan. 2025. Disponível em: https://cbn.globo.com/sao-paulo/noticia/2025/01/09/empresa-de-cigarros-s.... Acesso em: 17 fev. 2025.

O consumo de cigarros eletrônicos não é nenhuma novidade no Brasil. No entanto, muitos ainda desconhecem que a comercialização, importação e propaganda dos dispositivos são proibidas no país pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2009. A surpresa é que, mesmo diante da proibição, o consumo de cigarros eletrônicos não só existe, como se multiplicou nos últimos 6 anos.
ENTENDA os impactos da proibição dos cigarros eletrônicos. Poder360, Brasília, 9 jan 2025. Disponível em: https://www.poder360.com.br/conteudo-de-marca/entenda-os-impactos-da-pro.... Acesso em: 17 fev 2025.

A Vigilância Sanitária de Mato Grosso do Sul apreendeu cerca de 2,2 mil sachês da substância Snus, um derivado da nicotina importado ilicitamente da Suécia. De acordo com o órgão, essa é a primeira vez que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é notificada sobre a apreensão do produto no Brasil.
ROCHA, Ingrid; FRANÇA, Loraine. SNUS: Vigilância Sanitária de MS diz que substância é apreendida pela primeira vez no país. G1 Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, 8 jan. 2025. Disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2025/01/08/snus-vigil.... Acesso em: 17 fev. 2025.

Os cigarros eletrônicos, mesmo proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) desde 2009, nunca foram tão consumidos no Brasil. De acordo com dados do Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica) de 2023, mesmo com a proibição, há 2,9 milhões de consumidores de vape no país. O levantamento começou a ser feito em 2018, quando eram cerca de 500 mil consumidores regulares. Além disso, 6,3 milhões de adultos fumantes já experimentaram produtos vendidos pelo comércio ilícito.
SAIBA o que a indústria lícita propõe sobre cigarro eletrônico. Poder360, Brasília, 7 jan 2025. Disponível em: https://www.poder360.com.br/conteudo-de-marca/saiba-o-que-a-industria-li.... Acesso em: 19 fev 2025.

Ao analisar as exportações da região, em 2024, é possível compreender um pouco mais sobre a economia dos municípios do Vale do Rio Pardo. O levantamento, mais do que números, destaca como a produção local gerou emprego e renda.
TABACO é o carro-chefe das exportações registradas em 2024 na região. Portal Arauto, Rio Grande do Sul, 6 jan 2025. Disponível em: https://portalarauto.com.br/06-01-2025/tabaco-e-o-carro-chefe-das-export.... Acesso em: 19 fev 2025.

A edição do Jornal Nacional desta segunda-feira (25) começou com os dados de um estudo sobre a saúde dos jovens do estado de São Paulo, porque a gravidade das conclusões é surpreendente e assustadora: quem fuma cigarros eletrônicos pode ter até seis vezes mais nicotina no organismo do que a acumulada durante décadas por um fumante de cigarros convencionais.
USUÁRIOS de cigarros eletrônicos têm até seis vezes mais nicotina no sangue do que fumantes de cigarros convencionais, diz pesquisa. Jornal Nacional, [s.l], 25 nov. 2024. Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/11/25/usuarios-de-ciga.... Acesso em: 8 jan. 2025.

Relatório divulgado esta quarta-feira indica que o "Alentejo tem-se destacado por um maior consumo de álcool e de tabaco entre os jovens de 18 anos, o Algarve por um maior consumo de canábis, os Açores por um maior consumo de outras drogas ilícitas que não canábis e Lisboa por uma maior experiência de problemas associados à utilização da Internet". Estes são os resultados do inquérito divulgado pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), que, depois de apresentar os dados nacionais, revela agora os dados por regiões em relação aos comportamentos aditivos em jovens de 18 anos que participaram no Dia da Defesa Nacional, em 2023.
HENRIQUES, Susete. Os consumos aditivos por regiões. Veja como está a sua zona. Diário de Notícias, 27 nov. 2024. Disponível em: https://www.dn.pt/6488020146/os-consumos-aditivos-por-regioes-veja-como-.... Acesso em: 27 jan. 2025.

O mercado global de nicotina líquida, estimado em US$ 320 milhões e com um consumo anual de 1,6 milhão de quilos, projeta um crescimento acelerado entre 15% e 20% ao ano, segundo o banco americano Goldman Sachs. Apesar do potencial econômico, o setor enfrenta obstáculos regulatórios no Brasil, inviabilizando a produção no complexo industrial da cadeia produtiva do tabaco já instalada em Venâncio Aires e na região.
POTENCIAL para indústria do tabaco local, mercado de nicotina líquida enfrenta barreiras regulatórias. Olá Jornal, Rio Grande do Sul, 31 dez 2024. Disponível em: https://olajornal.com.br/potencial-para-industria-do-tabaco-local-mercad.... Acesso em: 24 fev 2025.

O ano de 2024 foi marcado por uma série de iniciativas da SES (Secretaria de Estado de Saúde) para combater o uso crescente de cigarros eletrônicos no Estado, especialmente entre os jovens. Dados da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) mostram que 14,9% dos jovens de 18 a 24 anos em Mato Grosso do Sul utilizam esses dispositivos que contêm substâncias prejudiciais como nicotina, metais pesados e compostos cancerígenos.
RATIER, Kamilla.Trabalho conjunto entre secretarias intensifica fiscalização e combate ao cigarro eletrônico. O Progresso Digital, Mato Grosso do Sul, 30 dez. 2024. Disponível em: https://www.progresso.com.br/sociedade/saude/trabalho-conjunto-entre-sec.... Acesso em: 12 fev. 2025.

O Rio Grande do Sul é o Estado que mais produz tabaco: foram 68 mil famílias dedicadas ao cultivo na última safra. Na Região Central, com 6 mil produtores, Agudo se destaca pelo número de envolvidos com o cultivo e a área plantada. Em 2023/2024, o fumo cobriu mais de nove mil hectares de terra no município e foi sustento de 1.515 famílias, como a do seu Paulo.
IMMIG, Thais. Produção de fumo diminui 38% em 20 anos, mas ainda é a principal fonte de renda de 6 mil produtores da Região Central. Diário, Rio Grande do Sul, 30 dez 2024. Disponível em:
https://diariosm.com.br/noticias/geral/producao_de_fumo_diminuiu_38_em_2.... Acesso em: 19 fev 2025.