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Influenciando a ciência

04/09/2020

 Onovolab da Universidade Federal de São Carlos, é o laboratório de inovação da Philip Morris.

Referência
Fonte: https://onovolab.com/

 

03/09/2020

Dois artigos de autoria de grandes grupos diversos (incluindo vários entusiastas do cigarro eletrônico que apoiaram empresas como a Juul), acabaram de concluir que os cigarros eletrônicos não ajudam as pessoas a parar de fumar. Ainda mais importante, os cigarros eletrônicos substituíram as terapias aprovadas pela FDA para a cessação do tabagismo e as pessoas que usam cigarros eletrônicos nas tentativas de parar são mais propensas a continuar usando cigarros eletrônicos mais tarde do que as pessoas que usam as terapias convencionais.

Referência

GLANTZ, Stanton. Dois grandes estudos nacionais mostram que os cigarros eletrônicos não ajudam os fumantes a parar de fumar, mas podem se tornar viciados em vapores. Center for Tobacco Control Research and Education, Estados Unidos, 3set. 2020. Disponível em: https://tobacco.ucsf.edu/two-big-national-studies-show-e-cigarettes-won%.... Acesso em: 7 maio 2021.

 

02/09/2020

Mais fumantes relatam usar cigarros eletrônicos para ajudá-los a parar de fumar do que os aprovados pela FDA farmacoterapia. To assess the association of e-cigarettes with future abstinence from cigarette and tobacco use. Estudo de coorte de amostra norte-americana, com acompanhamento anual. Adultos americanos (maiores de 18 anos) fumantes diários de cigarros identificados na Onda 1 (W1; 2013–14) do estudo PATH, que relataram uma tentativa de parar de fumar antes do W2 e completaram o W3 (n = 2443). Uso de cigarros eletrônicos, farmacoterapia (incluindo terapia de reposição de nicotina) ou nenhum produto na última tentativa de parar (LQA) e uso diário de cigarro eletrônico na S2. Correspondência de escore de propensão (PSM) de grupos usando métodos diferentes para parar. Entre os fumantes diários com LQA, 23,5% usavam cigarros eletrônicos, 19,3% usavam apenas farmacoterapia (incluindo TSN) e 57,2% não usavam nenhum produto. A abstinência de cigarro por mais de 12 meses no W3 foi de ~ 10% em cada grupo. Metade dos abstêmios de cigarro no grupo de cigarros eletrônicos estavam usando cigarros eletrônicos na S3.

Referência

PIERCE, John et al. Papel dos cigarros eletrônicos e da farmacoterapia durante as tentativas de parar de fumar: o estudo PATH 2013-16. Plos One, Estados Unidos; Reino Unido, v. 15, n. 9, p. 16, 2 set. 2020. Disponível em: https://journals.plos.org/plosone/article/comments?id=10.1371/journal.po.... Acesso em: 7 maio 2021.

 

31/08/2020

Relatório sobre embalagens padronizadas

Referência

https://www.globaltobaccocontrol.org/resources/advancing-tobacco-plain-a...

Institute for Global Tobacco Control (Instituto para Controle Global do Tabaco). Promovendo embalagens padronizadas de tabaco em países em desenvolvimento: conselhos de especialistas. Baltimore, MD: Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health; março de 2020.

 

26/08/2020

Artigo"A Promoção de Novos Produtos de Tabaco nas Redes Sociais à Luz da Pandemia" Sofisticadas estratégias de marketing têm sido utilizadas para atrair o público jovem para o consumo de produtos fumígenos e promover a aceitação social do tabagismo. No Brasil, a venda e publicidade de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF) é proibida desde 2009, mas foram detectadas iniciativas para promover esses produtos nas redes sociais.

Referência

 

24/08/2020

No Brasil, de acordo com um estudo do Instituto Nacional do Câncer (Inca), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto de Efetividade Clínica e Sanitária (IECS) a indústria do cigarro causa,  pelas consequências do fumo,  156 mil mortes por ano, ou 428 por dia. A mesma pesquisa indica que o prejuízo anual causado pelo tabagismo aos cofres públicos com despesas no tratamento de pacientes é de R$ 56,9 bilhões, ou 1% do PIB nacional. De olho nestes dados, foram criadas várias normas na última década contra a indústria do tabaco, como a Lei Antifumo, que proíbe o cigarro em lugares fechados e censura as propagandas de cigarros. A última disputa entre governo e fabricantes corre há mais de um ano na Justiça Federal do Rio Grande do Sul e está paralisada por conta da pandemia. Por lá, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação civil pública pedindo o ressarcimento aos cofres públicos do tratamento de 26 doenças, nos últimos cinco anos, que têm direta relação com o consumo do cigarro. Também foram incluídos na ação os valores previstos para serem gastos nos próximos anos com esses tratamentos e uma indenização por danos morais coletivos.

Referência

TEIXEIRA, Luciano. O futuro da indústria do tabaco e as questões jurídicas que envolvem o mercado brasileiro. Lexlatin, São Paulo, 24 ago. 2020. Disponível em: https://br.lexlatin.com/reportagens/o-futuro-da-industria-do-tabaco-e-qu.... Acesso em: 1 out. 2021.

 

21/08/2020

Neste documento Staton Glantz aparesenta dados comparativos sobre o consumo de cigarros eletronicos e cigarros convencionais em relaçao a prjuizos vasculares. Todos os fumantes sejam eles de cigarros eletrônicos ou convencioanis apresentaram disfunção vascular em graus semelhantes.Esta é mais uma prova de que, em termos de doenças cardiovasculares, os cigarros eletrônicos não são melhores do que os cigarros.

Referência

GLANTZ, Stanton. More evidence that e-cigs harm blood vessels as much as cigs. University of California San Francisco, Estados Unidos, 4 jun. 2020. Disponível em: https://tobacco.ucsf.edu/more-evidence-e-cigs-harm-blood-vessels-much-cigs Acesso em: 21 ago. 2020.

 

20/08/2020

A notícia discorre sobre a atuação da Foundation for a Smoke-Free World, patrocinada pela Philip Morris, onde há programa de bolsas de estudos (Bolsa CoHEAR) alocado na Universidade de Catânia na Itália, em que atua o conhecido médico Riccardo Polsa que esteve aqui no Brasil em 2017 em debates promovidos pela PUC-Rio, UERJ e Folha de São Paulo, falando sobre redução de danos e o uso do IQOS.

Referência

MENNITTI, Barbara. Incriminating ecig no matter what is becoming a new national sport. Coehar, Itália, 20 ago. 2020. Disponível em: Acesso em: 16 set. 2020.

 

19/08/2020

Comissões da Alepe analisam proibição de cigarro eletrônico em espaços coletivos.O uso de cigarros eletrônicos em espaços coletivos, tanto públicos como privados, poderá ser proibido por lei. É o que pretende uma proposição do deputado Romero Sales Filho (PTB) que será votada, nesta quarta (19), pelas Comissões de Saúde e de Administração Pública da Alepe. Entre os espaços coletivos citados em norma estadual referente ao assunto ( Lei nº 12.578/2004), estão agências bancárias, elevadores, estações de metrô, auditórios, museus, teatros, centros de compra, aeronaves, restaurantes, boates, hospitais, salas de aula e creches. Nesses locais, segundo o Projeto de Lei nº 533/2019, as pessoas só poderão utilizar o cigarro eletrônico e demais produtos fumígenos, como cigarros, charutos e cachimbos, em áreas destinadas exclusivamente para esse fim.

Referência

 

11/08/2020

Before coronavirus, pulmonologists, pediatricians and parents were busy battling a different nationwide health crisis: the “epidemic” of teen vaping. Last year, over five million high school and middle school students reported using e-cigarettes, inhaling mysterious nicotine-filled juices with little sense of the long-term effects./

Segundo estudo realizado pela Univeridade de Stanford, adolescentes que usam - vapers - tem até 7 vezes mais probabilidade de obter COVID-19 do que usuários que não usam esse tipo de produto,  “Sendo um jovem de 21 anos, eu não deveria passar seis dias no hospital por complicações pulmonares”, disse um jovem usuário de vaper que sobreviveu ao coronavírus.

Referência

 

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