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Tabagismo

12/07/2022

Um grande desafio com o avanço das redes sociais é entender a dimensão dos impactos negativos de determinados conteúdos entre os jovens, como na influência de comportamentos e hábitos que podem ser nocivos para a saúde. Uma dessas práticas, embora retratada em diversas publicações como algo prazeroso e divertido, é o ato de fumar. Agora, o maior estudo já conduzido sobre o tema comprovou que a exposição a postagens relacionadas a cigarros, vapes e outros modelos nas mídias mais que dobra as chances de adolescentes adotarem o hábito, além de aumentar a propensão em aderir à prática entre aqueles que nunca experimentaram.

Fonte: https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/conteudos-sobre-tabagismo-nas-redes-sociais-mais-que-dobram-as-chances-de-adolescentes-adotarem-habito-diz-maior-estudo-sobre-tema-25540610.html

 

19/05/2022

Tema: Evolução do tabagismo no Brasil - Os perigos do cigarro Eletrônico Sebastião Costa Editor, Produção, Apresentação e conselho editorial Co editor e co produtor e conselho editorial : Vladimir Dantas Suporte Técnico, edição dos Carts e conselho editorial - Lenine Dantas Convidado Dr. Ricardo Henrique Sampaio Meirelles Médico pneumologista e Coordenador do Programa de Tratamento do Tabagismo do Instituto Estadual de Doenças do Tórax Ary Parreiras da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro. Coordenador da Comissão de Combate ao Tabagismo da Associação Médica Brasileira. Professor de pneumologia da Universidade Estácio de Sá no Rio de Janeiro. Responsável pelo ambulatório de tabagismo da Policlínica Ronaldo Gazolla da Universidade Estácio de Sá; Rio de Janeiro. Realização: Cooperativa de Comunicação e Cultura Roda de Conversa TV Roda de Conversa

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=4gvMllvFFjk

 

08/02/2022

A estratégia de marketing dos fabricantes de cigarros eletrônicos busca convencer usuários de que eles são uma alternativa menos nociva ao tabaco queimado e são um caminho para fumantes que querem largar a nicotinina. Um novo estudo, porém, questiona frontalmente esse argumento.

Uma pesquisa encomendada pelo governo americano indica que o consumo de cigarro eletrônico com nicotina, foi menos eficaz do que outras estratégias para largar o vício. Comparado com outros produtos, ele foi 7% menos eficaz em média.

Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/cigarro-eletronico-fracassa-como-porta-de-saida-do-tabagismo-indica-estudo-25386074

 

28/08/2021

PALESTRANTE: MARCOS EDUARDO M. PASCHOAL - DOUTOR EM CIÊNCIAS IBCCF/UFRJ E COORDENADOR DO NETT IDT/HUCFF

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=bjJRRTN7n9w

 

23/07/2021

Fortalecer a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco em todos os países

Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Estes são os objetivos para os quais as Nações Unidas estão contribuindo a fim de que possamos atingir a Agenda 2030 no Brasil.

Fonte: https://amb.org.br/tabagismo/combate-ao-tabagismo-um-dos-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-3/

 

31/05/2021

Anualmente, no Dia Mundial sem Tabaco, o INCA promove e articula uma grande comemoração nacional sobre o tema com as secretarias estaduais e municipais de saúde e de educação dos 26 Estados e Distrito Federal e com outros setores do Ministério da Saúde e do governo federal que integram a Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro da OMS para o Controle do Tabaco (CQCT/OMS). O tabagismo é uma doença causada pela dependência química da nicotina. Oferecer tratamento aos que desejam parar de fumar é uma importante estratégia de controle do tabagismo. A pandemia de Covid-19 pode ser um estímulo para o cuidado com a saúde, incluindo a cessação do tabagismo. A qualidade de vida melhora muito ao parar de fumar assim como a capacidade pulmonar, deixando a pessoa menos vulnerável a inúmeras doenças, dentre elas, a Covid-19.

Referência

COMPROMETA-SE a parar de fumar. INCA, Rio de Janeiro, 31 maio 2021. Disponível em: https://www.inca.gov.br/campanhas/dia-mundial-sem-tabaco/2021/comprometa.... Acesso em: 31 maio 2021.

 

26/05/2021

Mais de 1 milhão de pessoas na China morrem por doenças relacionadas ao tabagismo a cada ano, e o número dobrará até 2030 se a tendência atual de tabagismo continuar, alertou um relatório na quarta-feira.

O relatório, divulgado em conjunto pela Comissão Nacional de Saúde da China e pelo Escritório de Representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China em uma coletiva de imprensa, destacou a situação do tabagismo na China e os efeitos negativos dele.

Ele apontou que existem atualmente mais de 300 milhões de fumantes de cigarros no país. Cerca de 26,6% dos chineses com 15 anos ou mais são fumantes, e, dessa faixa etária, mais da metade dos homens fuma cigarros, acrescentou.

O relatório foi divulgado antes do 34º Dia Mundial Sem Tabaco, que cai em 31 de maio. 

Referência

OMS e Comissão Nacional de Saúde da China alertam para aumento dos riscos de fumar. Xinhua, China, 26 mai 2021. Disponível em: http://portuguese.xinhuanet.com/2021-05/26/c_139970978.htm. Acesso em: 17 jun 2024.

Fonte: http://portuguese.xinhuanet.com/2021-05/26/c_139970978.htm

 

26/05/2021

Mais de 1 milhão de pessoas na China morrem por doenças relacionadas ao tabagismo a cada ano, e o número dobrará até 2030 se a tendência atual de tabagismo continuar, alertou um relatório na quarta-feira.

O relatório, divulgado em conjunto pela Comissão Nacional de Saúde da China e pelo Escritório de Representação da Organização Mundial da Saúde (OMS) na China em uma coletiva de imprensa, destacou a situação do tabagismo na China e os efeitos negativos dele.

Ele apontou que existem atualmente mais de 300 milhões de fumantes de cigarros no país. Cerca de 26,6% dos chineses com 15 anos ou mais são fumantes, e, dessa faixa etária, mais da metade dos homens fuma cigarros, acrescentou.

O relatório foi divulgado antes do 34º Dia Mundial Sem Tabaco, que cai em 31 de maio. Fim

Referência

OMS e Comissão Nacional de Saúde da China alertam para aumento dos riscos de fumar. Xinhua, China, 26 mai 2021. Disponível em: http://portuguese.xinhuanet.com/2021-05/26/c_139970978.htm. Acesso em: 14 jun 2024.

Fonte: http://portuguese.xinhuanet.com/2021-05/26/c_139970978.htm

 

11/05/2021

Introdução: Estudos têm mostrado resultados conflitantes em relação ao efeito do tabagismo no desfecho de pacientes com doença coronavírus em 2019 (COVID-19). Nesta meta-análise, examinamos sistematicamente a associação entre tabagismo e mortalidade em COVID-19.

Método:  O banco de dados PubMed foi pesquisado em busca de artigos relevantes. Os critérios de inclusão foram os seguintes: (1) estudos de coorte ou estudos de série de casos; (2) a população do estudo incluiu indivíduos com infecção confirmada por COVID-19; (3) o status de tabagismo foi relatado, independentemente se era atual ou no passado; e (4) a mortalidade entre fumantes foi relatada no estudo ou poderia ser calculada e comparada com não fumantes. As taxas de mortalidade foram combinadas usando um modelo de efeitos aleatórios. A razão de risco (RR) e seu intervalo de confiança (IC) de 95% também foram calculados usando o mesmo modelo. Outra meta-análise foi realizada para avaliar a diferença na mortalidade entre fumantes e ex-fumantes.

Resultados : Dez estudos com um total de 11.189 pacientes foram incluídos. A mortalidade entre os fumantes foi de 29,4% em comparação com 17,0% entre os não fumantes. RR foi 2,07 (IC 95%: 1,59, 2,69). Com base na análise de quatro estudos (532 pacientes), não houve diferença no risco de mortalidade entre fumantes atuais e ex-fumantes (RR: 1,03; IC de 95%: 0,75, 1,40).

Conclusões: O tabagismo, atual ou passado, está associado a maior mortalidade em pacientes com COVID-19. A mortalidade entre os fumantes atuais foi cerca de 50% maior do que os ex-fumantes, mas a diferença não foi estatisticamente significativa.

Fonte: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33173643/

 

12/04/2021

Pesquisa realizada na Unoeste tem apoio da Fapesp e reforça a importância de programas especializados para tratamento do tabagismo

À frente da pesquisa: Bruna Medina, aluna da Fisioterapia, com a professora doutora Ana Paula Freire (Foto: Ector Gervasoni)

Será que a pandemia da Covid-19 alterou o perfil do consumidor de tabaco e derivados, como cigarrilhas, narguilé, entre outros? Esse é o questionamento da pesquisa realizada na Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), envolvendo os cursos de Fisioterapia e Medicina dos campi de Presidente Prudente e Guarujá. Apesar de o tabagismo ser fator de risco para infecção e complicações da Covid-19, dentre os resultados do estudo estão: 44,26% reportaram aumento do consumo e a pandemia não foi um fator decisivo para os entrevistados abandonar o cigarro. Constatações que reforçam a importância de programas especializados para tratamento do tabagismo, assim como o já realizado na universidade.

Referência

ESTUDO traz dados sobre consumo de tabaco na pandemia. SEGS, São Paulo, 12 abr 2021. Disponível em: https://www.segs.com.br/educacao/284578-estudo-traz-dados-sobre-consumo-.... Acesso em: 17 jun 2024.

Fonte: https://www.segs.com.br/educacao/284578-estudo-traz-dados-sobre-consumo-de-tabaco-na-pandemia#ath

 

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