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Cigarro eletrônico

10/08/2021

 

cescobrasil

Mesmo que contenha substâncias químicas, o vape diminui consideravelmente a exposição a substâncias tóxicas em comparação ao cigarro.⁣
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Além de não causar mau cheiro, reduzir a exposição tóxica de quem está ao redor e diminuir o risco do desenvolvimento de doenças pulmonares, por não conter fumaça.⁣
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Me convença do contrário!

Fonte: https://www.instagram.com/p/CSaSBP1Ml9k/?utm_medium=share_sheet

 

02/08/2021

Notícia que apresenta pesquisa solicitada pela indústria de tabaco Philip Morris Brasil, em prol de prover dados em defesa dos meios alternativos de fumo.

Referência

79% dos fumantes do nordeste trocariam o cigarro por produtos de menor risco à saúde: pesquisa foi encomenda pela Philip Morris Brasil ao Instituto Data Folha. NoMinuto, São Paulo, 29 nov. 2018. Disponível em: https://nominuto.com/noticias/comportamento/79-dos-fumantes-do-nordeste-.... Acesso em: 2 ago. 2021. 

 

02/08/2021

Notícia que versa sobre o discurso da indústria do tabaco para "aqueles que buscam parar ou diminuir o uso do cigarro tradicional". A Philip Morris International (PMI), divulga o relatório intitulado “Unsmoke Your Mind: respostas pragmáticas a perguntas difíceis sobre o futuro sem fumaça”.

Referência

ANDRADE, Giovana. Brasileiros trocariam cigarro convencional, segundo pesquisa: Estudo ouviu brasileiros adultos de 21 a 74 anos. Campo Grande Notícias, Mato Grosso do Sul, 16 mar. 2020. Disponível em: https://www.campograndenoticias.com.br/2020/03/16/brasileiros-trocariam-.... Acesso em: 2 ago. 2021.

 

02/08/2021

Jornal que defende e apresenta o discurso da indústria de tabaco Philip Morris Philip Morris International sobre alternativas ao fumo, por intermédio do seu White Paper intitulado "Unsmoke Your Mind: respostas pragmáticas a perguntas difíceis sobre o futuro sem fumaça". 

Referência

BRASILEIROS ainda se sentem confusos com informações sobre cigarro eletrônico e tabaco aquecido, aponta pesquisa global da PMI. Cision: PRNewswire, São Paulo, 6 fev. 2020. Disponível em: https://www.prnewswire.com/news-releases/brasileiros-ainda-se-sentem-con.... Acesso em: 2 ago. 2021.

 

02/08/2021

Notícia em formato de tópicos que apresenta as leis que discorrem sobre a proibição do vaping no Brasil. Chama e discurso jornalístico com o cunho de defesa do vaping como uma alternativa de fumo.

Referência

ATUALMENTE 20 projetos de lei que querem acabar com o vaping. Vaping.net, [s.l.], 13 nov. 2020. Disponível em: https://www.vaporaqui.net/atualmente-20-projetos-de-lei-querem-proibir-o.... Acesso em: 2 ago. 2021.

 

12/07/2021

Acusada de tornar uma geração de adolescentes dependentes de nicotina e, com isso, causar uma epidemia no consumo de cigarros eletrônicos entre este público nos Estados Unidos, a fabricante Juul assinou um acordo de 40 milhões de dólares (cerca de 209 milhões de reais na cotação de hoje) para encerrar uma ação judicial proposta pelo Procurador-geral do Estado da Carolina do Norte. 

O valor deve ser pago ao longo dos próximos seis anos e será destinado a programas de prevenção e apoio à cessação do uso de cigarros eletrônicos, além de pesquisas sobre os efeitos destes dispositivos. Pelo termo, a empresa ainda se compromete a alterar algumas de suas práticas de negócio para evitar atrair jovens ao consumo, como restrições de marketing, de acesso e de uso de sabores.

A ação foi proposta em 2019 com a alegação de que a companhia projetou, promoveu e vendeu cigarros eletrônicos para atrair jovens, levando a percepções errôneas sobre a potência e o perigo da nicotina em seus produtos. Documentos internos da empresa usados na ação ficarão públicos a partir de julho de 2022, o que vai aumentar a transparência sobre as estratégias de marketing da fabricante.

Fonte: https://actbr.org.br/post/fabricante-de-cigarro-eletronico-tera-que-pagar-u40-milhoes-por-causar-pandemia-nos-eua/18957/

 

27/05/2021

Foi feito o primeiro estudo nacional sobre a nocividade dos vaporizadores pessoais (cigarro eletrónico) comparadamente ao tabaco tradicional. De acordo com o estudo feito pela Universidade da Madeira, intitulado “Uma análise dos componentes voláteis do tabaco tradicional e dos cigarros eletrónicos” – liderado pelos investigadores Cristina Berenguer, Jorge A.M. Pereira e José S. Câmara, com a colaboração do Centro de Química da Universidade da Madeira e do Departamento de Química, Faculdade de Ciências Exatas e Engenharia da Universidade da Madeira – “os cigarros eletrónicos analisados parecem constituir uma alternativa válida e menos prejudicial do que o tabaco tradicional para os fumadores, os fumadores passivos e para o ambiente”.

Fonte: https://ionline.sapo.pt/artigo/735899/cigarros-eletronicos-menos-nocivos-que-tabaco-?seccao=Portugal_i

 

17/02/2021

Relatório que apresenta o relatório em formato de tópicos com perguntas e respostas elaborado pela parceria entre a Associação Médica Brasileira (AMB) sobre DEFs e a Aliança de Controle do Tabagismo e Promoção da Saúde (ACT) .

Referência

RELATÓRIO sobre DEFs [formato perguntas e respsotas]. Associação Médica Brasileira; Aliança de Controle do Tabagismo e Promoção da Saúde, são Paulo, 13 maio. 2020. Disponível em: https://amb.org.br/cigarro-eletronico/. Acesso em: 15 mar 2021.

 

16/11/2020

Essa pesquisa sobre Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF), conhecidos também como cigarros eletrônicos, é fruto de uma parceria entre a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Seu objetivo foi revisar os artigos publicados no que diz respeito à composição do seu vapor, aos danos à saúde, à redução de danos e ao tratamento para a dependência de nicotina, que permitam fornecer material baseado em evidência científica para a Coordenação de Prevenção e Vigilância (Conprev) do INCA e a Gerência-Geral de Produtos Derivados do Tabaco (GGTAB) da Anvisa

Referência

CIGARROS eletrônicos, o que sabemos. INCA. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//.... Acesso em: 16 nov. 2020.

 

11/11/2020

Mesmo a comercialização considerada ilegal, o cigarro eletrônico pode ser encontrado facilmente em pontos espalhados por Alagoas, situação que eleva a procura por esse tipo de vaporizador que – para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) - pode ser uma armadilha perigosa para a saúde dos usuários. Desde 2009 são proibidas a venda, a importação e a propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar no Brasil, mas não há punição para quem faz uso do produto. 

Referência

CARVALHO, Regina. Mesmo proibido, cresce consumo de cigarro eletrônico: produto já pode ser facilmente encontrado em Maceió, por preços que variam de R$ 200 a R$ 400. Gazeta de Alagoas, Alagoas, 14 dez. 2019. Disponível em: https://d.gazetadealagoas.com.br/cidades/245054/mesmo-proibido-cresce-co.... Acesso em: 25 nov. 2020.

 

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