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Cigarro eletrônico

28/04/2025

O tabagismo é tratado como epidemia, responsável número um pelas mortes evitáveis no mundo, levando milhões de fumantes, inclusive fumantes passivos, a óbito anualmente. Também é considerado uma doença pediátrica, posto que a experimentação do cigarro inicia, em média, na faixa etária dos 16 anos, principalmente entre adolescentes do sexo masculino. Esta experimentação prematura pode estar vinculada à exposição de crianças e adolescentes ao tabaco, ao conviver com fumantes, ou pela própria exposição ao produto nos pontos de venda. Nesse contexto, outro aspecto alarmante é a crescente popularização dos DEF (Dispositivos Eletrônicos para Fumar), falsamente propagado como alternativa mais saudável ao cigarro tradicional, atualmente o produto derivado do tabaco mais comum entre os jovens, ainda que sua comercialização seja proibida no Brasil. Diante desse cenário, a presente pesquisa objetivou analisar a exposição dos produtos derivados de tabaco em pontos de venda localizados no entorno das escolas de ensino fundamental e médio, em Uberlândia - MG. Para tanto, foram selecionadas as cinco maiores escolas públicas, em relação ao número de estudantes matriculados, e foi realizada uma pesquisa por observação dos pontos de venda no entorno dessas escolas (até três quarteirões de distância). O roteiro de observação foi adaptado das pesquisas anteriormente conduzidas por Pereira e Oliveira (2014) e Feijó (2015). Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva. Constatou-se que a exposição nos pontos de venda é ostensiva, mas sem diversificação de estratégias de comunicação (devido ao acirramento da legislação em vigor), frequentemente visível para crianças e predominantemente próxima a produtos atrativos para esse público. Durante a observação, não foram encontrados vapers, embora o pesquisador tenha sido direcionado para quem os vendia. Foi possível observar alguns adolescentese jovens utilizando esse produto na saída das escolas, mas não em número expressivo, o que pode indicar que muitos deles, mesmo sendo usuários, tenham receio ou constrangimento de usar os vapers em público, por serem menores de idade e por saberem se tratar de um produto ilegal. Sugere-se que pesquisas futuras possam trabalhar com essa ampliação do escopo e locais de observação, como terminais de ônibus, além de utilizar outras metodologias e abordar questões relevantes como a renda dos consumidores dos cigarros eletrônicos.

Referência

LIMA, Guilherme Henrique de. Incentivo ao tabagismo na infância e adolescência: Um estudo dos pontos de venda e do mercado ilegal. 2024. 45 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Administração) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2024. Disponível em: https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/44166/1/IncentivoTabagism.... Acesso em: 28 abr. 2025. 

 

28/04/2025

O consumo de cigarros e das substâncias a ele agregadas pode trazer prejuízos não apenas à saúde dos usuários, mas, também, àquelas pessoas que, passivamente, absorvem os resíduos decorrentes da queima do produto. Em função disso, o tabagismo tem sido uma questão amplamente discutida, tanto no Brasil como em diversas partes do mundo. Esta pesquisa teve por objetivo geral descrever e analisar a percepção de fumantes e de não fumantes, residentes no estado de Minas Gerais, em relação às ações de marketing social implementadas pelos órgãos governamentais, visando à prevenção e ao desincentivo do hábito de fumar. Para responder a este objetivo, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: a) Identificar os fatores que motivam o início da utilização do tabaco; b) Identificar os grupos de referência que influenciam o uso do tabaco; c) Identificar qual a percepção dos fumantes e dos não fumantes sobre os efeitos fisiológicos do tabaco; d) Identificar qual a percepção dos fumantes e dos não fumantes sobre os efeitos sociais decorrentes do uso do tabaco; e) Analisar a percepção dos fumantes e dos não fumantes a respeito da legislação que inibe o ato de fumar; e f) Analisar a percepção dos fumantes e dos não fumantes acerca das campanhas antitabagistas realizadas pelo governo. A pesquisa foi realizada em duas etapas: a primeira, de abordagem qualitativa, e a segunda, quantitativa, permitindo a triangulação dos dados. A etapa qualitativa foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, constituídas de 24 questões, aplicadas a 12 sujeitos, residentes no estado de Minas Gerais, com idades a partir de 18 anos. A partir dos resultados da pesquisa qualitativa, elaborou-se um questionário, constituído por 42 questões descritivas e sociodemográficas e 50 questões em escala Likert. Os questionários foram disponibilizados por meio físico e online. Obteve-se um total de 426 questionários coletados, que foram filtrados, chegando-se a uma amostra de 296 questionários válidos. Para a análise de conteúdo das entrevistas semiestruturadas, considerou-se as seguintes dimensões, que estão de acordo com a literatura correlata: motivação e grupos de referência, efeitos fisiológicos e sociais e campanhas. Na etapa quantitativa, os dados foram tabulados e submetidos à análise por meio de estatística descritiva e análise fatorial. O modelo da análise fatorial apresentou melhor ajuste com a extração de quatro fatores: saúde, aspectos sociais, grupo de referência, campanhas e ações impositivas. Com os resultados da pesquisa, foi possível inferir que os grupos de referência exercem significativa influência para que os sujeitos experimentem cigarros e tornem a prática um hábito. Em relação aos fatores fisiológicos, observou-se que os respondentes possuem conhecimentos sobre os malefícios causados pelo tabagismo, mas isso não é suficiente para que cessem o hábito de fumar. Segundo o discurso dos entrevistados, os fatores sociais não exercem forte influência para que parem de fumar, contudo, esses relatam que são discriminados em determinados ambientes. Sobre as campanhas governamentais, identificou-se que os apelos visuais, de forma isolada, não são eficientes para inibir o ato de fumar. Algumas das campanhas foram referidas como apelativas e pouco informativas. Ainda, alguns entrevistados disseram ignorar as mensagens antitabagismo, afirmando que são muito agressivas e que, às vezes, parecem falsas.

Referência

PEREIRA, Maria Izabel Ramos. Análise das estratégias de marketing social na prevenção e desincentivo do consumo de cigarro. 2015. Dissertação (Mestrado em Administração) - Centro Universitário UniHorizontes, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2017. Disponível em: https://mestrado.unihorizontes.br/en/analise-das-estrategias-de-marketin.... Acesso em: 28 abr. 2025.

 

28/04/2025

Where young people go, the tobacco industry follows. With marketing regulations restricting where and how it can advertise in traditional media, Big Tobacco has turned to digital environments. This exposes young people to harmful advertising that threatens to hook them on industry products.

Referência

BIG Tobacco goes where young people go: Online. STOP. [s.l.], [2025?]. Disponível em: https://exposetobacco.org/campaigns/digital-danger-online-tobacco/. Acesso em: 12 maio 2025.

 

28/04/2025

As empresas de tabaco não estão desistindo de fisgar a próxima geração de fumantes—elas continuam direcionando o marketing de cigarros para os jovens, não importa o quanto o neguem. Mas, agora, elas também estão mirando os jovens com produtos novos e viciantes, como cigarros eletrônicos e produtos de tabaco aquecidos. Desenhos elegantes, sabores de doces, lojas de varejo estilosas, influenciadores de mídias sociais e patrocínios esportivos são todos parte da estratégia moderna da indústria para atrair jovens usuários ao vício. Elas dizem que esses produtos eletrônicos são mais seguros. Assim como disseram que os cigarros filtrados e “light” eram mais seguros, embora as evidências acabaram por provar que eles não eram menos prejudiciais do que os cigarros normais.

Referência

VÍCIO moderno: fisgando a próxima geração. STOP, [s.l.], 2025. Disponível em: https://exposetobacco.org/pt/vicio-moderno/. Acesso em: 12 maio 2025.

 

28/04/2025

O uso de cigarros eletrônicos tem se expandido rapidamente entre jovens, impulsionado por estratégias de marketing agressivas, a ampla disponibilidade de sabores atrativos e a percepção equivocada de que representam uma alternativa segura ao tabagismo tradicional. No entanto, estudos recentes apontam preocupações significativas em relação aos impactos desse hábito na saúde e no comportamento dos adolescentes e jovens adultos. Este estudo teve como objetivo revisar a literatura sobre os efeitos do uso de cigarros eletrônicos na população jovem, com ênfase nos aspectos físicos, comportamentais e sociais. A revisão foi realizada nas bases de dados SciELO, PubMed e Lilacs, considerando artigos publicados entre 2013 e 2023. Os achados indicam que o consumo de cigarros eletrônicos pode levar à dependência de nicotina, com impacto no desenvolvimento neurológico, além de estar associado a doenças pulmonares, como a lesão pulmonar associada ao uso de produtos de vaping (EVALI). Além disso, há evidências de que o vaping pode influenciar mudanças comportamentais, incluindo aumento da impulsividade e maior predisposição ao uso de outras substâncias, como cigarros convencionais e drogas ilícitas. Diante desses riscos, conclui-se que medidas regulatórias mais rígidas, campanhas educativas e programas de prevenção são fundamentais para conter o crescimento desse hábito entre jovens. A restrição da comercialização, o controle da publicidade e a ampliação da fiscalização sobre a venda desses produtos são estratégias essenciais para reduzir os danos à saúde pública e evitar a normalização do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes.

Referência

SALES, Lucas Marques de Abreu; GOBIRA, David Magno; LUZ, Eduardo Feres; MAROSO, Mailine Mara Silva. Uso de cigarros eletrônicos entre jovens: implicações para a Saúde Pública. Lumen et Virtus, [s.l.], v. 16, n. 45, p. 937–946, 2025. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/LEV/article/view/3235/3997. Acesso em: 28 abr. 2025.

 

28/04/2025

O presente estudo pretende avaliar a consciencialização dos adolescentes sobre o marketing dos cigarros eletrónicos, bem como, entender como é que as diversas estratégias de marketing impactam as percepções de risco do produto.

Referência

TORRE, Ana Marta Guimarães da. Qual o impacto das estratégias de marketing dos cigarros eletrónicos nos adolescentes em Portugal?. 2019. Dissertação (Mestrado em Marketing) - Universidade do Porto, Portugal, 2019. Disponível em: https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/124753/2/370632.pdf. Acesso em: 28 abr. 2025.

 

28/04/2025

O cigarro eletrônico (EC) é um dispositivo que fornece doses de nicotina e outros aditivos em aerossol aos usuários. Seu uso tem aumentando consideravelmente na população jovem entre 13 e 18 anos e tornou-se um problema de saúde pública global, aumentando por consequência doenças pulmonares nos indivíduos e prejudicando também, pessoas que nunca tiveram contato direto com o EC, ao tornarem-se fumantes passivos. Foi encontrada uma associação significativa entre o uso de cigarro eletrônico e exacerbação de asma (OR ajustado 1,44; IC 95% 1,17-1,76). Assim, EC vem sendo periodicamente reformulado e sua estratégia de marketing atrai ainda mais os jovens, por sua embalagem colorida e o atrativo dos diversos sabores que seu vapor pode conter. Isso traz uma grande preocupação, pois, esta fase da adolescência é onde o indivíduo estrutura seus comportamentos sociais, que serão determinantes para a saúde em sua vida adulta. O EC foi desenvolvido com o intuito de auxiliar pessoas na interrupção do uso de cigarros convencionais, fornecendo doses de nicotina para reposição na abstinência. Porém, com sua popularização. Com a popularidade do item, pessoas que nunca tiveram acesso, passam a experimentá-lo. Objetivo: Investigar na literatura científica nacional e internacional a relação do cigarro eletrônico com a saúde dos jovens usuários. Através de uma revisão narrativa e comparando com resultados obtidos em estudos globais anteriores. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura. Utilizou-se uma amostra de nove estudos publicados no período compreendido entre 2014 e 2024. Para busca do material, foram utilizados descritores indexados no DECS, sendo eles: sistemas eletrônicos de liberação de nicotina, cigarro eletrônico, Tabagismo e pneumopatias. O levantamento do material foi realizado nas seguintes bases de dados: PubMed, Scielo e Biblioteca Virtual em Saúde - BVS. Como critérios de elegibilidade: trabalhos publicados nos idiomas inglês, português e espanhol. Os critérios para exclusão foram trabalhos que não abordavam as palavras chaves ou que não correspondiam ao idioma de elegibilidade. Resultados: O EC tem se popularizado muito entre adolescentes e jovens adultos, sua embalagem colorida, essências com sabores variados e a capacidade de liberar grandes quantidades de vapores atraem mais rapidamente o público citado. Uma pesquisa realizada com estudantes do ensino médio em Shangai, com N=2270, (OR = 1,34, IC 95%: 1,08– 1,65), buscadores de sensações (OR = 1,11, IC 95%: 1,08–1,14), baixo desempenho acadêmico (OR =1,24, IC 95%: 1,01). –1,54), ja usuário de cigarro (OR = 2,27, IC 95%: 1,29–4,01), inconsciente do fumo passivo resultante da vaporização (OR = 1,56, IC 95%: 1,25–1,96). Outro estudo realizado dois anos antes no Brasil, utilizando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE complementam esses resultados para identificar como a popularização do EC vem se desenvolvendo no país, sabendo que dos escolares, 22,6% (IC95% 21,7–23,4) já experimentaram cigarro alguma vez, porcentagem mais elevada entre os de 16 a 17 anos de idade (32,6%; IC95% 31,4–33,8) e no sexo masculino (35,0%; IC95% 33,6–36,4). A experimentação de narguilé, cigarro eletrônico e outros produtos do tabaco também se mostra elevada, com 26,9% (IC95% 26,0–27,8), 16,8% (IC95% 16,2–17,4) e 9,3% (IC95% 8,8–9,8). Esses dados globais mostram a crescente aceitação e normalização dos dispositivos eletrônicos de liberação de nicotina na sociedade e principalmente pelos jovens. Conclusão: A análise dos dados apresentados evidencia a crescente popularização dos EC entre adolescentes e jovens adultos, tanto em contextos internacionais quanto nacionais. A pesquisa em Shangai demonstra uma forte correlação entre o uso desses dispositivos e fatores como busca por sensações, baixo desempenho acadêmico e desconhecimento sobre os riscos do fumo passivo. Paralelamente, os dados brasileiros reforçam essa tendência, revelando altas taxas de experimentação de cigarros eletrônicos entre estudantes, especialmente entre os mais velhos e do sexo masculino. Esses resultados indicam não apenas a ampla aceitação dos ECs, mas também a necessidade urgente de políticas de conscientização e regulação mais rigorosas, visando mitigar os impactos desse fenômeno na saúde pública, particularmente entre a população jovem.

Referência

ARRUDA, Nielson da Cunha; FILHO, Pedro Leite de Melo; DE SOUZA, Elen Figueredo; FERREIRA, Nathalia Racovski; SANTOS, José Ricardo Nascimento. A forte popularização do cigarro eletrônico entre os jovens. In: XII Mostra Interna de Trabalhos de Iniciação Científica e V Mostra Interna de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. 2024, Paraná. Resumo expandido. p. 1-2. Disponível em: https://rdu.unicesumar.edu.br/bitstream/123456789/11238/1/907454.pdf. Acesso em: 28 abr. 2025.

 

28/04/2025

O consumo do cigarro eletrônico é predominante entre os jovens no Brasil e no mundo, dado que, há uma percepção de risco menor associado ao uso desse dispositivo quando equiparado ao cigarro tradicional. O presente estudo investigou as razões motivadoras que induzem a esta prática sob a perspectiva do marketing social. A coleta de dados se deu por meio de um questionário na internet estruturado na plataforma Google Forms e disseminado por e-mail e redes sociais. O inquérito avaliou os motivadores determinantes na escolha do produto, assim como também o entendimento dos riscos e controle percebido do usuário, a amostra final foi composta por 98 respondentes. Os resultados obtidos mostram que os fatores motivacionais mais marcantes para o despertar do desejo do consumo estão relacionados a ser algo prazeroso e sensato. Os achados revelaram ainda que os motivos que mais sugestionam na decisão de compra do Cigarro Eletrônico são sabor, alívio do estresse e a influência social. Entender tais aspectos é fundamental para evoluir o discernimento na vertente do marketing social como ferramenta eficaz de impacto e conscientização na promoção da saúde pública e bem-estar dessa parcela da sociedade.

Referência

SILVA, Matheus Ferreira da; FERREIRA, Beatriz Mirelle da Silva. Motivadores Para o Consumo do Cigarro Eletrônico Entre os Jovens Sob a Perspectiva do Marketing Social. 2023. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em administração) - Instituto Federal de Pernambuco, Pernambuco, 2023. Disponível em: https://www.ufpe.br/documents/40070/1837975/ABNT+NBR+6023+2018+%281%29.p.... Acesso em: 28 abr. 2025.

 

28/04/2025

E-cigarettes are hooking a new generation on nicotine – putting millions of kids at risk and threatening decades of progress in reducing youth tobacco use. It’s a nationwide crisis of youth addiction, fueled by thousands of kid-friendly flavors and massive doses of nicotine.

Fonte: https://www.tobaccofreekids.org/what-we-do/industry-watch/e-cigarettes

 

28/04/2025

Este artigo busca identificar os fatores que influenciam o comportamento do uso do cigarro eletrônico pelos jovens, onde se desenha uma mesma perspectiva quanto ao uso de teorias comportamentais. Foi realizada uma revisão sistemática de literatura utilizando a base de dados Scopus, com critérios de inclusão específicos para artigos publicados entre 2020 e 2024. Foram identificados 18 artigos relevantes que destacam fatores como influência de pares, exposição a ambientes, publicidade, e percepções de saúde como principais influenciadores do uso de cigarros eletrônicos entre jovens. Os resultados mostram a vulnerabilidade dos jovens a comportamentos indesejados e a importância de programas de marketing social baseados em teorias comportamentais para a prevenção. É essencial desenvolver políticas públicas eficazes e baseadas em teorias comportamentais para prevenir o uso de cigarros eletrônicos entre jovens.

Referência

SILVA BEZERRA, Edna Patrícia; PINHEIRO, Romel. Fatores que influenciam o uso de cigarros eletrônicos entre jovens: uma revisão sistemática de literatura. Cadernos UniFOA, Volta Redonda, v. 20, n. 55, p. 1–12, 2025. Disponível em: https://revistas.unifoa.edu.br/cadernos/article/view/5585/3584. Acesso em: 28 abr. 2025.

 

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