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dispositivo eletrônico para fumar

19/10/2020

Segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, o CDC, na sigla em inglês, 3,6 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio usam cigarros eletrônicos. A prática, que à primeira vista parece inofensiva, despertou atenção internacional após usuários começarem a apresentar graves lesões pulmonares causadas pelo uso dos dispositivos eletrônicos. Conforme monitoramento do CDC, foram registradas 2.807 internações e 68 mortes nos EUA até fevereiro deste ano, mês em que o último boletim a respeito foi divulgado.

Referência

SUDRÉ, Lu; FERREIRA, Yuri. Futuro da fumaça: Como a indústria do cigarro esconde os perigos do vape para convencer você a fumar. The Intercept Brasil, [s.l.], 19 out. 2020. Disponível em: https://theintercept.com/2020/10/19/como-a-industria-do-cigarro-esconde-.... Acesso em: 16 abr. 2021.

 

17/10/2020

Muitas pessoas, inclusive gestantes, tem recorrido ao cigarro eletrônico por acreditar que eles são menos prejudiciais, pois, apesar de ainda conterem nicotina, eles não produzem toxinas como o monóxido de carbono. No entanto, testes feitos por especialistas da Durham University, na Inglaterra, apontam que os efeitos são tão ruins após a vaporização quanto após fumar cigarros convencionais. E mais, os efeitos negativos são estendidos aos bebês de mulheres que usaram o cigarro eletrônico durante a gravidez. 

Referência

GRAVIDEZ: cigarro eletrônico pode retardar desenvolvimento do bebê, diz estudo. Crescer online, São Paulo, 17 out. 2020. Disponível em: https://revistacrescer.globo.com/Gravidez/noticia/2020/10/gravidez-cigar..... Acesso em: 16 abr. 2021.

 

06/10/2020

Forest is a British based smokers’ rights group. Founded in 1979, the name is an acronym for ‘The Freedom Organisation for the Right to Enjoy Smoking Tobacco.

This page is about the present-day Forest; for more on its historical reliance on tobacco funding, the influence of the industry and Forest’s aim to develop into “an aggressive and intemperate adversary” – see the TobaccoTactics page on the History of Forest, and the page on its director Simon Clark.

Fonte: https://tobaccotactics.org/wiki/forest/

 

17/09/2020

Os cigarros eletrônicos são proibidos no Brasil desde 2009, mas o debate sobre essa decisão continua intenso em virtude do elevado comércio ilegal e da possibilidade de alguns países darem concessões especiais a esses dispositivos sob a alegação de que eles são menos prejudiciais do que os cigarros convencionais. Estudos recentes, contudo, mostram que, embora os cigarros eletrônicos tenham menos substâncias tóxicas do que os cigarros convencionais, eles continuam tendo concentrações nocivas para alguns componentes, e elas podem ser até maiores do que nos cigarros comuns. Além disso, os cigarros eletrônicos vêm com “sabores” de menta ou tutti-frutti que, além da adição de mais produtos químicos, podem ser um grande fator de atração para o público jovem não tabagista, seduzido pelo apelo estético, moderno, saboroso e “inocente” dos vapes. O “inofensivo aparelho” produziu ainda centenas de mortes por doenças pulmonares de causa desconhecida nos Estados Unidos. Provavelmente, o componente oleoso do produto leva ao depósito de gordura nos alvéolos pulmonares, produzindo uma pneumonia lipídica. Isso é muito perigoso. Pesquisas feitas com jovens norte-americanos têm mostrado um aumento preocupante de adolescentes fumando cigarros eletrônicos, sem contar o aumento de casos de insuficiência respiratória aguda em indivíduos entre 18 e 35 anos. Essa pode ser a situação do Brasil caso legalizemos o produto.

Fonte: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/camila-magalhaes/legalizacao-do-cigarro-eletronico-no-brasil-pode-provocar-aumento-preocupante-de-jovens-fumantes.html

 

17/09/2020

Um inquérito global desenvolvido pela Philip Morris International (PMI), dona da Tabaqueira em Portugal, conclui que os processos de tomada de decisão baseados em ciência devem ser uma prioridade para empresas e governos. De acordo com a direção da PMI, “disponibilizamos as nossas descobertas científicas e métodos para que outros as verifiquem, convidamos entidades externas a fazerem pesquisa independente aos nossos produtos e encorajamos uma conversa alargada e baseada na ciência com reguladores, cientistas e a comunidade de saúde pública sobre estas novas alternativas e o papel que podem desempenhar no controlo do tabagismo e redução de riscos”.

Referência

SILVA, Nuno Miguel. Estudo conclui que decisões baseadas na ciência são prioridade para governos e empresas. Jornal Económico, 17 set. 2020. Disponível em: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/estudo-da-philip-morris-conclui.... Acesso em: 29 mar. 2021.

 

16/09/2020

 

O surgimento de novos produtos de consumo de tabaco e nicotina, notadamente cigarros eletrônicos e produtos de tabaco aquecidos, 1 gerou controvérsia e confusão. Em parte, isso se deve ao fato de os dois produtos serem frequentemente combinados, principalmente pela Philip Morris International, a maior empresa de tabaco do mundo.2 Com as vendas globais de cigarros em declínio inexorável, o futuro da empresa agora depende da IQOS, seu principal produto de tabaco aquecido

Referência

GILMORE, Anna; BRAZNELL, Sophie. US regulator adds to confusion around heated tobacco products. BMJ Jounal, 16 set. 2020. Disponível em: https://www.bmj.com/content/370/bmj.m3528. Acesso em: 29 mar. 2021.

 

13/09/2020

Como educador, você pode desempenhar um papel ativo no combate à epidemia de cigarros eletronicos e "vaporizadores "entre adolescentes. Pesquisa da Food and Drug Administration (FDA) sugere que quando os professores falam sobre as consequências para a saúde dos cigarros eletrônicos e as escolas aplicam políticas "antivaping", é menos provável que os alunos adotem essa prática. Os educadores podem usar esses recursos para iniciar uma conversa honesta com sua classe e ajudar a mudar as normas sociais em sua escola.

Referência

El COSTO real del vapeo. Scholastic, Estados Unidos, 2021. Disponível em: http://www.scholastic.com/youthvapingrisks/esp/index.html. Acesso em: 16 abr. 2021.

 

02/09/2020

Mais fumantes relatam usar cigarros eletrônicos para ajudá-los a parar de fumar do que os aprovados pela FDA farmacoterapia. To assess the association of e-cigarettes with future abstinence from cigarette and tobacco use. Estudo de coorte de amostra norte-americana, com acompanhamento anual. Adultos americanos (maiores de 18 anos) fumantes diários de cigarros identificados na Onda 1 (W1; 2013–14) do estudo PATH, que relataram uma tentativa de parar de fumar antes do W2 e completaram o W3 (n = 2443). Uso de cigarros eletrônicos, farmacoterapia (incluindo terapia de reposição de nicotina) ou nenhum produto na última tentativa de parar (LQA) e uso diário de cigarro eletrônico na S2. Correspondência de escore de propensão (PSM) de grupos usando métodos diferentes para parar. Entre os fumantes diários com LQA, 23,5% usavam cigarros eletrônicos, 19,3% usavam apenas farmacoterapia (incluindo TSN) e 57,2% não usavam nenhum produto. A abstinência de cigarro por mais de 12 meses no W3 foi de ~ 10% em cada grupo. Metade dos abstêmios de cigarro no grupo de cigarros eletrônicos estavam usando cigarros eletrônicos na S3.

Referência

PIERCE, John et al. Papel dos cigarros eletrônicos e da farmacoterapia durante as tentativas de parar de fumar: o estudo PATH 2013-16. Plos One, Estados Unidos; Reino Unido, v. 15, n. 9, p. 16, 2 set. 2020. Disponível em: https://journals.plos.org/plosone/article/comments?id=10.1371/journal.po.... Acesso em: 7 maio 2021.

 

31/08/2020

Loja de cigarros eletrônicos em Santarém

Referência
Fonte: instagram

 

21/08/2020

Neste documento Staton Glantz aparesenta dados comparativos sobre o consumo de cigarros eletronicos e cigarros convencionais em relaçao a prjuizos vasculares. Todos os fumantes sejam eles de cigarros eletrônicos ou convencioanis apresentaram disfunção vascular em graus semelhantes.Esta é mais uma prova de que, em termos de doenças cardiovasculares, os cigarros eletrônicos não são melhores do que os cigarros.

Referência

GLANTZ, Stanton. More evidence that e-cigs harm blood vessels as much as cigs. University of California San Francisco, Estados Unidos, 4 jun. 2020. Disponível em: https://tobacco.ucsf.edu/more-evidence-e-cigs-harm-blood-vessels-much-cigs Acesso em: 21 ago. 2020.

 

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