O tabagismo constitui-se , no momento, num dos maiores problemas de saúde pública que o mundo enfrenta; Sabe-se, hoje, que o efeito deletério do fumo, não fica restrito a quem o pratica ativamente, mas estende-se a quem convive com fumantes. Este estudo demonstra a ocorrência de tabagismo passivo em lactentes em aleitamento materno, quando filhos de mães fumantes. O estudo utiliza como rastreador de tabagismo passivo a dosagem, na urina do lactentes, de cotinina, o maior metabólito ativo da nicotina, decorrente única e exclusivamente do seu metabolismo endógeno. A técnica utilizada para sua quantificação baseia-se na aplicação de radioimunoensaio. Documenta-se a exposição ao tabagismo materno, de 34 lactentes, divididos em duas séries de 17 lactentes, de acordo com o fato da mãe fumar ou não durante a mamada. Tendo-se verificado diferença estatisticamente significante, entre as amostras independentes, assim estudadas, procurou-se evidenciar o fenômeno entre amostras dependentes, ou seja, no mesmo binômio mãe-filho, em momentos diferentes, com a mãe não fumando e fumandoo durante a mamada. Dez destes binômios foram assim estudados. No estudos de amostras independentes, os valores de cotinina na urina dos lactentes foram 58,88 ± 85,17 ng/ml, quando a mãe não fumava durante a mamada, e 244,70 ± 212,70 ng/ml quando a mãe fumava durante a mamada (p < 0,01). No estudo de amostras dependentes, no momento em que a mãe não fumava duranta a mamada, de cotinina na urina dos lactentes foram 146,29 ± 77,38 ng/ml, e, quando a mãe fumava, 263,70 ± 146,21 ng/ml (p,0,02). O estudo comprova, não só a importância da via aérea e da via láctea, na exposição do lactente ao tabagismo materno, como também o fato de que esta exposição é significativamente mais intensa quando a mãe fuma durante o aleitamento.
AVALIAÇÃO de tabagismo passivo pela determinação de cotinina na urina de lactentes em aleitamento materno. Lume, Rio Grande do Sul, 18 ago 1991. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/200397. Acesso em: 21 jun 2024.
O autor estuda, em amostra da população brasileira, o eventual efeito do fumo do tabaco sobre o número de leucócitos no sangue periférico. Duzentos indivíduos foram estudados: 100 fumantes e 100 não-fumantes, sendo 50 homens e 50 mulheres em cada subgrupo. As idades oscilaram entre 15 e 71 anos, com média de 33,1 anos. Cento e quinze indivíduos eram brancos e 85 não-brancos. os fumantes apresentaram 1.092 leucócitos/mm3 a mais do que os não-fumantes (p<0,01). Esta diferença deveu-se ao aumento dos neutrófilos e dos linfócitos. A diferença nas mulheres, 1.268 leucócitos/mm3, foi maior do que nos homens, 916 leucócitos/mm3. A diferença nos brancos, 1.341 leucócitos/mm3, foi maior do que nos não-brancos, 763 leucócitos/mm3. Estas diferenças, no entanto, não alcançaram significância estatística (p>0,05). Houve correlação positiva entre o número de leucócitos nos fumantes e a intensidade e a duração de sua exposição ao fumo do tabaco
TABAGISMO e leucograma. Lume, Rio Grande do Sul, 18 ago 1987. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/200370. Acesso em: 21 jun 2024.
Diretrizes para a implementação do artigo 5.3 da CQCT/OMS
O Consórcio Intermunicipal de Serviços do Vale do Rio Pardo (Cisvale), a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) e a Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) assinaram o acordo de cooperação para execução da pesquisa sobre a Covid-19 na região. Representantes da Philip Morris também participaram da reunião.
BENCKE, Juliana. Acordo para pesquisa regional sobre coronavírus será assinado nesta quinta-feira. Folha do Mate, Rio Grande do Sul, 24 jun. 2020. Disponível em: https://folhadomate.com/noticias/acordo-para-pesquisa-regional-sobre-coronavirus-sera-assinado-nesta-quinta-feira/ Acesso em: 24 jul. 2020.
A relação entre a pandemia de Covid-19 e a epidemia do tabagismo”. A notícia discorre sobre casos graves relatados no mundo têm relação com o uso pelo paciente de tabaco ou outros produtos fumígenos, como o cigarro comum, o cigarro eletrônico e o narguilé.
EM jogo, saúde pública e liberdades individuais. Ver o fato, Pará, 21 abr. 2020. Disponível em: https://ver-o-fato.com.br/em-jogo-saude-publica-e-liberdades-individuais/ . Acesso em: 13 mai. 2020.
A proibição de fumo em ambientes públicos, segundo especialistas, está diminuindo a venda de cigarros nos países desenvolvidos, porém aumenta nospaíses de rendimento baixo e médio (a maioria da América Latina) devido a umaagressiva campanha de comercialização da indústria tabagista nessas regiões. Opúblico objetivo: as mulheres e a juventude. O palco: eventos esportivos,musicais e outros. Método: distribuição gratuita de cigarros. Em contrapartida, oBrasil se destaca pela advertência e tratamento ao vício do fumo.
WASHINGTON, María José González. América latina põe os fumantes na rua. ElPaís,Espanha, 10 dez. 2013. Disponível em:http://brasil.elpais.com/brasil/2013/12/10/sociedad/1386630655_948598.html Acesso em: 24 set. 2014.
Dissertação que aborda, pelo viés histórico, a produção de fumo no Brasil, especificamente em Santa Cruz do Sul nos anos de 1849-1993.
VOGT, Olgário Paulo. A produção de fumo em Santa Cruz do Sul, RS (1849-1993).1994. 265 f. Dissertação (Mestrado em História Social), Universidade Federal do Paraná, Paraná, 1994. Disponível em: http://dspace.c3sl.ufpr.br:8080/dspace/handle/1884/27825 Acesso em: 25 ami. 2015.
Matéria jornalística sobre o 8º Ciclo de Conscientização do Sinditabaco. Participaram do evento o presidente do SindiTabaco, Iro Schunke, o vice-presidente da Afubra, Marco Dorneles, osecretário adjunto de Desenvolvimento Agropecuário de Jaguari, Adilson da Silva e demais produtores de tabaco. O evento discute sobre o trabalho infantil, saúde e segurança do produtor e afins.
VIEIRA, Felipe.RS: Jaguari sedia 8º Ciclo de Conscientização do SindiTabaco. FelipeVieira, Rio Grande do Sul, 7 jul. 2016.Disponível em: http://felipevieira.com.br/site/rs-jaguari-sedia-8o-ciclo-de-conscientizacao-do-sinditabaco/ Acesso em: 6 set. 2016.